Você sabia que a palavra “ouvir” deriva do latim “audio” ou “audire”? Palavras como “áudio”, “auditoria” e “audiência” vêm dessa origem. Nesta 6ª matéria da série “Integridade todo dia”, a Gerência de Integridade, Conformidade e Gestão de Riscos (Gicor) da Codemge destaca o papel da Ouvidoria como importante canal para fortalecer a escuta, a ética e a transparência no serviço público.
O que é
A Ouvidoria é um canal de comunicação entre a Companhia e seus empregados e os demais cidadãos. Seu objetivo é proporcionar um espaço de livre manifestação. Mais do que um serviço de atendimento, a Ouvidoria representa um compromisso com a transparência, a integridade e a excelência no relacionamento.
Principais funções
1. Esclarecimento de dúvidas: a Ouvidoria responde questionamentos sobre temas relacionados à Companhia.
2. Registro de reclamações: se algo não está funcionando como deveria, a Ouvidoria é o canal ideal para registrar reclamações, permitindo uma resposta eficiente e com soluções rápidas.
3. Elogios e sugestões: reconhecer o bom trabalho e sugerir melhorias também são papéis importantes da Ouvidoria. A opinião de cada manifestante é valiosa para o aprimoramento contínuo do nosso trabalho.
4. Denúncias: além do canal próprio de denúncias, a Codemge também oferece, pela Ouvidoria, a possibilidade de receber comunicações de irregularidades, indícios de ilicitude e fatos contrários à legislação, à ordem pública ou a algum regulamento interno, capazes de causar dano à Codemge, aos seus empregados ou aos demais cidadãos.
Fluxo e etapas da Ouvidoria
Nosso processo de Ouvidoria é estruturado para garantir a eficiência e a eficácia no tratamento das manifestações. Desde o recebimento da demanda até a resposta final, cada fase é conduzida com o máximo de transparência.
A equipe da Ouvidoria trabalha de forma integrada com diversos setores da Empresa para assegurar que todas as manifestações sejam tratadas com a seriedade e a agilidade necessárias.
Impactos e resultados
Em 2023, a Ouvidoria da Codemge registrou 377 manifestações, incluindo solicitações, reclamações e denúncias. A agilidade no atendimento é uma prioridade para a equipe de Ouvidoria. No ano passado, o tempo médio de resposta foi de apenas 3,72 dias, muito abaixo do prazo legal de 30 dias, o que demonstra o compromisso da Codemge com a eficiência, a presteza e a qualidade no atendimento.
Como acessar
Para entrar em contato com a Ouvidoria, você pode:
• utilizar o Fale Conosco, localizado na aba “Atendimento” do site da Codemge;
• enviar e-mail para ouvidoria@codemge.com.br.
Ligada à Gicor, a Ouvidoria está sempre pronta para receber sua manifestação e, junto com você, trabalhar na construção de um ambiente cada vez mais justo, ético e colaborativo.
Sua participação é fundamental para que possamos seguir aprimorando nossos serviços e garantindo a integridade e a transparência nas nossas ações.
A Codemge, Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais, assinou em 12/8 a venda de sua participação de 23,38% na Datora Participações (Datora), empresa de prestação de serviços de telecomunicações e de conectividade no Brasil.
Essa participação foi adquirida em 2015, orientada, na época, pelo conceito de Estado Empresário, participando em empresas privadas nos mais diversos setores com o objetivo de estimular o desenvolvimento destes, em nosso Estado.
A venda para o setor privado, em 2024, representa mais uma ação do Governo de Minas Gerais que tem como objetivo concentrar seus recursos e trabalho em funções essenciais como segurança, saúde e infraestrutura.
A venda da participação da Codemge alcançou o dobro do valor investido. Esse montante vem em um momento estratégico para a Companhia que direciona seus esforços para implementação de projetos de desenvolvimento econômico com investimentos em infraestrutura econômica e social (estradas, escolas, hospitais e saneamento).
“É importante destacar que a transição do controle estatal para a administração privada não é uma solução simples e passível de ser realizada a qualquer momento por um valor justo. No passado recente obtivemos ofertas de compras por valores inferiores ao valor investido.” afirma Helger Marra, diretor de mercados e ativos da Codemge.
“Uma operação de venda como esta deve ser feita com cuidado, garantindo que os interesses públicos sejam devidamente protegidos. No entanto, quando bem implementada, podemos perceber o Estado focando em suas responsabilidades principais e promovendo um ambiente de negócios mais dinâmico e eficiente.”, completa Sérgio Lopes, presidente da Companhia.
A Codemge – Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais realizou no dia 6 de agosto o 1º Seminário de Governança Corporativa, em Belo Horizonte. A iniciativa destinou-se ao público interno, a agentes de governança de outras estatais mineiras e a representantes do Comitê de Coordenação e Governança de Estatais (CCGE).
A programação visou a ampliar o conhecimento de todos sobre governança corporativa, pauta tão relevante e atual na agenda das organizações. Entre os temas, destacaram-se os princípios basilares da governança corporativa e como eles são encontrados nas ações e iniciativas da Codemge. Idealizadora do evento, a Secretaria de Governança da Companhia convidou palestrantes com amplo conhecimento sobre governança corporativa, internos e externos à Empresa.
O primeiro painel do Seminário foi sobre “o princípio da responsabilidade corporativa na Codemge – a geração de valor sustentável no longo prazo”, com a presença do diretor-presidente da Codemge, Sérgio Cabral, e seu ex-diretor-presidente, Thiago Toscano, e mediação da secretária de Governança, Amanda Rodrigues. Para o presidente, a governança é o alicerce que precisa estar na rotina das gerências, da diretoria, dos Conselhos. “Nossa fundação precisa estar calcada na governança, assim temos total tranquilidade em nossas respostas, pois as decisões são tomadas dentro desse arcabouço. Quanto mais luz, transparência e governança, melhor!”, lembrou. Já o ex-presidente comentou que “a governança gera valor, ao permitir que a empresa caminhe dentro de princípios legais e morais”. A mediadora Amanda Rodrigues complementou que “o grande segredo é o apoio irrestrito da alta administração ao processo da governança, o qual é transversal, atingindo a empresa de ponta a ponta”.
Os participantes receberam como palestrante o Corregedor-Geral Adjunto do Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG), Mauro Flávio Brandão. Ele mencionou a etimologia da palavra “governança” para explicitar que “ela é a condução do barco, a forma de conduzir a nau onde estamos inseridos. A governança dita regras à gestão, é estratégica, prática. A gestão deve seus atos à governança”. Mauro Brandão também é gestor do Escritório de Integridade do MPMG. Ele falou do Protocolo de Intenções que a Codemge e o Ministério Público assinaram em abril/2024: “uma parceria estratégica para fortalecer a governança pública, a integridade, a gestão de riscos, para desenvolver a cultura ética nas instituições. Estamos comprometidos em trabalhar juntos para melhorar os serviços prestados à sociedade”. A parceria entre as duas organizações visa também o desenvolvimento de projetos e ações conjuntas que atendam à legislação de proteção de dados e promovam práticas sustentáveis. Estão incluídos treinamentos, compartilhamento de ferramentas e desenvolvimento de metodologias para aprimorar a administração pública.
O Conselheiro de Administração da Codemge e ex-Presidente do CCGE, Gustavo Barbosa, expôs o tema “os desafios da Governança Corporativa nas empresas estatais”. Na sua visão, “a integridade é pessoal, mas, se se implantar no CNPJ a cultura da governança, fica difícil destruí-la”.
Já o Diretor de Administração e Finanças da Companhia, Lincoln Farias, explorou “o princípio da equidade – a importância da cultura organizacional”. Ele disse que o foco são sempre as pessoas. “A governança idealiza o perfeito para chegar ao possível, idealiza a perfeição das normas, mas atua nas possibilidades das pessoas”. Ele explicou o “triângulo da fraude”, composto de conceitos como pressão, oportunidade e racionalização, e os mecanismos para blindar a organização dos riscos. Ele também mencionou os conflitos de interesse, as influências e a importância da cultura organizacional. “A gestão passa, mas, se a cultura for sólida, ela estará posta”, pontuou.
O público teve a oportunidade de se aprofundar nos princípios da integridade, transparência, prestação de contas e na recém-criada Política de Governança Corporativa da Companhia, em palestras sobre a dinâmica da governança corporativa na Companhia.
A especialista em compliance e ex-gerente de Integridade, Conformidade e Gestão de Riscos da Codemge, Misma de Paula, demonstrou que a governança corporativa na empresa facilita muito o desenvolvimento de seu programa de integridade. Ela mencionou diversas ações implementadas dentro dos princípios da integridade e da transparência, que trouxeram segurança à organização, para tomar suas decisões. “Tudo se deve ao apoio da gestão! O pilar é o comprometimento da alta gestão”, disse.
A gerente de Ativos e Relações Estratégicas, Lívia Passos, centrou sua palestra no princípio da prestação de contas na Codemge. Ela citou a definição de accountability, do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, e demonstrou a importância de os gestores se responsabilizarem pelos seus atos e omissões. “Aquilo que não conto eu não deveria fazer, disse Kant, então prestamos contas a todas as partes interessadas, construímos confiança com nossos stakeholders”, registrou. “A prestação de contas deve permear nosso propósito; os benefícios são crescimento sustentável, integridade, inovação, conformidade, entre outro”, disse.
Em sua palestra “Política de Governança Corporativa da Codemge – princípios e diretrizes na prática”, a secretária de Governança, Amanda Rodrigues, destacou a metodologia do IG-Sest (Indicador de Governança das Empresas Estatais Federais), que permitiu, pela primeira vez, um diagnóstico do nível de amadurecimento em Governança Corporativa da Codemge e também mostrou o caminho do aperfeiçoamento de seus processos. “A autoavaliação anual pelo IG-Sest é uma ação voluntária, que permite melhorias contínuas na estrutura e nas ações internas da Companhia”, disse. Buscando demonstrar que as práticas de governança permeiam todos os ambientes da Companhia, Amanda exemplificou: “o processo relacionado às demonstrações financeiras é liderado pela gerência financeira, mas não é só um processo técnico, exclusivo dessa área, é de toda a Companhia, um verdadeiro processo de governança corporativa”. Sobre a Política, a secretária explicou que o documento consolida as diretrizes e o conjunto de boas práticas no âmbito da empresa, trazendo mais eficiência, segurança jurídica, confiabilidade e transparência para a tomada de decisões.
O painel “o papel e a visão do Conselho de Administração sobre a Governança Corporativa na Codemge” encerrou o Seminário. Os Conselheiros de Administração Flávio Scholbi, membro representante dos empregados, e Milton Nassau, professor da Fundação Dom Cabral, estiveram presentes. Nassau disse que a governança apresenta três níveis: o do acionista, o estratégico e o da execução. “A governança é o sistema de compatibilização de interesses, é mitigar o conflito de agência, como disse a especialista Misma”. E completou: “toda organização tem conflito de interesses, é necessário segregar papéis, o público e o privado; o Conselho, que não é executor; por exemplo. Os controles têm de estar ligados aos riscos e não aplicados indistintamente, distante das práticas da empresa”. Já Flávio Scholbi explicitou que “o Conselho assume papel relevante na definição do direcionamento que a Companhia vai seguir”. Quanto à atuação do conselheiro empregado, ele disse: “é necessário olhar para a Companhia e, dentro dessa esfera e frente ao debate, buscar tomar decisões que atentem para a perenidade da empresa. Entro nessa engrenagem como empregado, para dar diversidade ao colegiado”.
A mensagem final coube à Secretária de Governança, Amanda Rodrigues: “a Governança é viva e construída por todos nós, dia após dia. Entender seus conceitos e princípios, na essência, e concretizá-los em boas práticas são premissas que conduzem a Codemge à excelência no desenvolvimento do seu propósito, honrando seu compromisso com uma gestão eficiente, transparente e ética”.
O evento consagra a participação da Companhia na modelagem do projeto
A Codemge e a Secretaria de Estado de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias (Seinfra) modeladoras, juntamente com a Fundação Clóvis Salgado (FCS), do projeto de concessão da Serraria Souza Pinto marcaram presença no evento de assinatura do contrato com a empresa vencedora da licitação, realizado em 1º de agosto.
A empresa Reeve assume o espaço no lugar da Fundação Clóvis Salgado. A concessionária, que será responsável pela gestão nos próximos 20 anos, pretende reabrir o local ainda em 2024, já com melhorias efetuadas.
O vice-governador, professor Mateus Simões, exaltou a participação da Codemge no processo pontuando a importância da Companhia na modelagem de projetos de concessão tão importantes para o Estado. Ainda segundo ele, o objetivo do governo é colocar os melhores operadores à frente de serviços que o setor público ainda faz, mas deveriam estar sob a administração da iniciativa privada.
O presidente da Codemge, Sérgio Cabral, destacou o dia como muito importante reforçando o papel da Companhia de trazer para o Estado as parcerias entre o público e o privado por meio das concessões.
A Codemge e a Codemig informam seus parceiros do desligamento de Bruno Estéfano Teixeira, da Diretoria Jurídica da Codemge e da Diretoria de Mineração da Codemig.
Os novos diretores, eleitos em reunião do Conselho de Administração, são: Liana Portilho Mattos, para a Diretoria Jurídica da Codemge, e Helger Marra Lopes, para a Diretoria de Mineração da Codemig.
Vem aí o 1º Seminário de Governança Corporativa, importante realização da Codemge, no dia 6 de agosto, terça-feira, das 8h às 13h, no auditório do BDMG (rua da Bahia, 1600, Lourdes, BH). A iniciativa é destinada ao público interno, a agentes de governança de outras estatais mineiras e a representantes do Comitê de Coordenação e Governança de Estatais (CCGE).
O evento receberá convidados de grande expertise e uma programação cuidadosamente pensada. O público será prestigiado com palestrantes internos e externos à Companhia, com amplo conhecimento sobre governança corporativa. O Seminário contará com a participação do Diretor-Presidente da Codemge, Sérgio Cabral, e seu ex-Diretor-Presidente, Thiago Toscano. Os participantes terão a honra de receber como palestrantes o Corregedor-Geral Adjunto do Ministério Público do Estado de Minas Gerais, Dr. Mauro Flávio Brandão; o Conselheiro de Administração da Codemge e ex-Presidente do CCGE, Gustavo Barbosa; e o Diretor de Administração e Finanças da Companhia, Lincoln Farias. Ainda, as gestoras Amanda Rodrigues, Lívia Passos e Misma de Paula irão palestrar sobre a dinâmica da governança corporativa na Companhia. Encerrarão o evento os Conselheiros de Administração Flávio Scholbi, membro representante dos empregados, e Milton Nassau, professor da Fundação Dom Cabral.
Entre os temas abordados, terão destaque os princípios basilares da Governança Corporativa e como eles são encontrados nas ações e iniciativas da Codemge. O público terá a oportunidade de se aprofundar nos princípios da integridade, transparência, prestação de contas e na recém-criada Política de Governança Corporativa da Companhia, a qual consolida as diretrizes e o conjunto de boas práticas no âmbito da empresa, trazendo mais eficiência, segurança jurídica, confiabilidade e transparência para a tomada de decisões.
“A Governança é viva e construída por todos nós, dia após dia. Entender seus conceitos e princípios, na essência, e concretizá-los em boas práticas são premissas que conduzem a Codemge à excelência no desenvolvimento do seu propósito, honrando seu compromisso com uma gestão eficiente, transparente e ética”, comenta Amanda Rodrigues, Secretária de Governança da Codemge. O Seminário está sendo preparado pela Secretaria de Governança, com apoio da Gerência de Comunicação e importante incentivo da alta administração da Codemge.
Apesar de uma apreensão inicial do público, a concessão de parques públicos tem se mostrado bastante eficiente no País.
Mudança, em sua essência, é uma troca — um processo de substituir uma coisa por outra, como nos ensina a etimologia do latim cambiare. E, embora toda mudança possa tocar em feridas, provocar medo e incertezas, é justamente por meio dessas transições que avançamos e criamos novas oportunidades. A concessão de parques públicos exemplifica essa dinâmica. Inicialmente, a população pode se sentir apreensiva, mas quando a modelagem é bem feita, com diálogo com a comunidade, o medo é substituído pelo sentimento de pertencimento e cuidado.
Um exemplo emblemático é o Parque Ibirapuera, um ícone de São Paulo. Durante anos, a população ansiava por um espaço ao ar livre de qualidade, em meio à rotina frenética da cidade. Quando a concessão foi proposta, houve resistência. Hoje, essa resistência dissipou-se, e o parque é amplamente abraçado pela população, tornando-se uma referência nacional que atrai milhares de visitantes diariamente. Com duração prevista de até 35 anos, a concessão estima ganhos de mais de R$1,6 bilhão aos cofres públicos, além de prever mecanismos de avaliação de performance em zeladoria, conservação dos recursos, bem-estar e experiência do usuário. Um modelo transparente que garante que todas as partes sejam ouvidas, respeitadas e beneficiadas.
Grandes marcas também têm se aliado ao poder executivo em processos de concessão. Um exemplo recente é o estádio Pacaembu, que vendeu o naming rights por R$1 bilhão, passando a se chamar Mercado Livre Arena. Esse acordo de 30 anos é o maior valor contratual da história da compra de naming rights de uma arena de futebol brasileira. Mais do que uma ativação de marketing, essa iniciativa estratégica conecta a marca ao ecossistema de um equipamento urbano simbólico, beneficiando os cofres públicos e trazendo novos investimentos para a cidade.
Para Minas Gerais, um estado com vocação natural para parques belíssimos, repletos de história e natureza, as concessões podem trazer inúmeros benefícios. A licitação para o Parque das Águas de Caxambu, por exemplo, marcada para setembro deste ano, tem enfrentado resistência de parte da comunidade. No entanto, a concessão pode agregar valor ao parque, proporcionando lazer, gerando empregos e impulsionando o turismo. Além disso, pode fortalecer o Circuito das Águas de Minas Gerais, valorizar nossos ativos e destacar as belezas do estado para o mundo. Tudo isso sem tirar do centro a nossa cultura, meio ambiente e comunidade. A resistência é natural, mas, como vimos em outros exemplos, ela tende a dissipar-se com o diálogo e a implementação de ações concretas.
Recentemente, também foi celebrada a concessão dos parques estaduais do Ibitipoca e Itacolomi pelos próximos 30 anos. Esse projeto prevê um investimento de R$15 milhões nos próximos seis anos, abrangendo atividades de ecoturismo, visitação e gestão dos atrativos. A administração dessas unidades continuará sob a responsabilidade do Instituto Estadual de Florestas-IEF, enquanto a concessionária será encarregada da modernização e implantação de infraestrutura. O contrato prevê isenções e descontos para públicos específicos, como moradores locais, garantindo que a comunidade não seja prejudicada.
Ao olharmos para o futuro de Minas Gerais, percebemos que o desenvolvimento pode e deve estar entrelaçado com nossas raízes culturais. A concessão de parques públicos, quando bem planejada e executada, é uma poderosa ferramenta para transformar espaços, valorizar nosso patrimônio e gerar benefícios para toda a sociedade. O exemplo do Ibirapuera e os recentes contratos em Minas são testemunhos de que, com coragem e visão, podemos criar um futuro melhor. Mudanças sempre trazem incertezas, mas também abrem portas. A concessão de parques públicos fortalece nossa capacidade de inovar e crescer, respeitando raízes e culturas, além de ser uma importante alavanca para o desenvolvimento econômico e turístico.
(Artigo publicado publicado no Diário do Comércio )
O Grupo de Integração Codemge (GIC) concluiu com êxito sua primeira temporada de alinhamento normativo na Empresa. Essa iniciativa foi desenvolvida para oferecer aos colaboradores da Codemge orientações detalhadas sobre conformidade, cultura organizacional, missão, visão, valores e normativos da Companhia.
Ao todo, o GIC atingiu um índice de participação de 95%, envolvendo 248 empregados. “Esse resultado demonstra o sucesso e a abrangência do programa dentro da organização”, sintetiza a gerente de Integridade, Conformidade e Gestão de Riscos, Misma de Paula. “Nossa expectativa é que cada profissional que participou da imersão se veja ainda mais integrado e apto a realizar suas atividades profissionais de forma adequada, segura, eficiente e em conformidade com as diretrizes da Companhia, que, por ser uma empresa pública, requer atenção específica à legislação”, ressalta.
Colaboração e integração
Para facilitar a absorção das informações, o GIC adotou uma abordagem dinâmica e interativa, enviando breves porções de mensagens diárias aos grupos no Teams. Essa estratégia tornou o processo de integração mais acessível e eficaz para os colaboradores.
As atividades do GIC são cuidadosamente planejadas para garantir que cada participante não apenas entenda, mas também esteja equipado para aplicar essas diretrizes em seu dia a dia.
Nesse sentido, é de fundamental importância o alinhamento do GIC com o Eixo 3 do Programa de Integridade Codemge Íntegra (Código de Conduta, Ética e Integridade, Política Anticorrupção e Políticas Internas). Enquanto o terceiro eixo fornece a base teórica e a direção estratégica, o GIC atua como um veículo por meio do qual essas políticas podem ser comunicadas, reiteradas e internalizadas por toda a Companhia.
O GIC é resultado de uma colaboração multidisciplinar:
• Gerência de Integridade, Conformidade e Gestão de Riscos (Gicor): lidera a iniciativa, coordenando os esforços de integração e assegurando a conformidade com as normas e regulamentos.
• Gerência de Comunicação (Gerco): colabora com a divulgação e a organização
das mensagens e dos materiais de integração.
• Gerência de Tecnologia e Inteligência de Dados (Getid): oferece suporte técnico e garante a segurança da informação.
• Comissão de Ética: fornece orientações sobre conduta ética e integridade.
Integridade é para todos!
Minas encanta. Acolhe. Fascina.
E com séculos de história, a Minas de hoje conta com a Codemge para seguir construindo o nosso futuro.
Trabalhamos para o Estado crescer, avançar e seguir nos trilhos do desenvolvimento.
Feliz Minas, hoje e sempre!
Uma homenagem da Codemge — Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais.
Nesta quarta matéria da série “Integridade todo dia”, a Gerência de Integridade, Conformidade e Gestão de Riscos (Gicor) destaca a importância do Grupo de Integração Codemge (GIC) para levar ao conhecimento de todos os empregados alguns dos principais normativos da Empresa.
Eixo 3 do Programa Codemge Íntegra
O Eixo 3 do Programa de Integridade da Codemge aborda elementos fundamentais que estabelecem a estrutura ética e normativa da organização. Inclui o Código de Conduta, Ética e Integridade, a Política Anticorrupção e outras políticas internas que delineiam comportamentos e práticas dentro e fora da Companhia.
Políticas internas
As políticas internas são documentos que orientam as relações internas e externas da Codemge, estabelecendo princípios claros e regras que todos devem seguir. Para além do cumprimento de regulamentos legais, essas políticas também buscam fortalecer a cultura corporativa e garantir um ambiente de trabalho ético e responsável. Nesse contexto, a Gicor desempenha um importante papel na manutenção e na aplicação dessas diretrizes para garantir sua relevância e eficácia contínuas.
A estratégia por trás do GIC
O Grupo de Integração Codemge é uma ferramenta estratégica para reforçar a cultura ética e a conformidade organizacional, evidenciando a importância do terceiro eixo do Programa de Integridade. Divididos por áreas em turmas de integração na plataforma Teams, os participantes são instruídos sobre essas políticas, para que todos compreendam e possam aderir efetivamente às normas estabelecidas.
A eficácia é ampliada pela participação ativa dos membros do GIC, que, ao absorverem o conteúdo dessas políticas, se tornam multiplicadores de uma cultura de integridade que ultrapassa os limites organizacionais. Afinal, esse compromisso coletivo promove um ambiente em que a ética guia as operações e interações da Companhia.
O funcionamento do GIC
O Grupo de Integração Codemge foi criado para alinhar informações fundamentais e diretrizes da Companhia entre os empregados. A cada nova turma, tem-se uma jornada de integração de aproximadamente 15 dias.
Durante esse período, os participantes recebem orientações e informações por meio de mensagens estruturadas em forma de texto, imagem e vídeo, cobrindo tópicos essenciais como conformidade, cultura organizacional, missão, visão, valores e normativos da Codemge.
A iniciativa, desenvolvida pela Gicor, conta com a parceria da Gerência de Comunicação (Gerco) e o apoio da Gerência de Tecnologia e Inteligência de Dados (Getid) e da Comissão de Ética.
Etapas da integração
Durante a quinzena de alinhamento normativo, os participantes são conduzidos pelas seguintes etapas:
Conclusão da jornada
Ao final do período de integração, espera-se que todos os participantes tenham uma compreensão sólida dos normativos e das políticas da Codemge, que estejam aptos a desempenhar suas funções de maneira adequada e segura e que sejam capazes de propor melhorias contínuas.
A assinatura do termo de ciência ratifica o compromisso dos trabalhadores com diretrizes da Codemge, valorizando conformidade e compliance em prol de um ambiente de trabalho íntegro e eficiente. Neste mês, o GIC completou as jornadas de alinhamento normativo pelas diversas áreas da Companhia.